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Custo de viagem para a Europa: quanto custa cada item e o gasto médio por dia

Imagem da avenida com o Arco do Triunfo, em Paris, ao fundo. Árvores ao lado e dia com céu azul.

Passagem, hospedagem, alimentação, transporte, seguro e o gasto médio por dia: o orçamento completo da sua viagem, item por item.

O custo de viagem para a Europa é, em média, de R$ 12 mil a R$ 30 mil por pessoa em um roteiro de 10 a 15 dias, somando passagem, hospedagem, alimentação, transporte, passeios e o seguro obrigatório.

O custo de viagem para a Europa varia bastante, e essa faixa larga assusta quem está começando a planejar. A diferença entre gastar R$ 12 mil ou R$ 30 mil não está no acaso, mas em escolhas concretas: a época da compra da passagem, a cidade escolhida, o tipo de hospedagem e o seu ritmo de passeios.

Vista aérea da Tower Bridge e da cidade de Londres ao nascer do sol, Reino Unido

Por isso, entender quanto custa viajar para a Europa significa decompor a viagem em partes. Cada item tem uma faixa de preço própria, e cada um responde a um conjunto de decisões que estão sob o seu controle.

Neste guia, você encontra o valor de cada componente da viagem, do voo ao seguro, com faixas de preço reais e tabelas de custo médio por dia. A intenção é simples: dar a você números concretos para montar um orçamento sem surpresas.

A gente também dedica uma seção inteira ao item que mais gera dúvida e que poucos explicam direito: o seguro obrigatório para o Espaço Schengen, a nossa especialidade na hora de comparar planos.

Quanto custa viajar para a Europa?

O custo total de uma viagem à Europa reúne seis grandes blocos de gasto, e cada um pesa de forma diferente no orçamento final. A passagem aérea e a hospedagem costumam concentrar a maior parte da conta, seguidas por alimentação, transporte interno, passeios e o seguro de viagem.

De forma geral, um roteiro de 10 dias em padrão confortável fica entre R$ 14 mil e R$ 22 mil por pessoa, já com passagem, estadia, refeições, transporte local, passeios e seguro incluídos. O número sobe ou desce conforme o perfil de viajante e a temporada escolhida.

Vale uma observação de partida: os valores deste guia são apresentados em faixas, não em números fechados. Preços de passagem e hospedagem oscilam dia a dia, e a cotação do euro influencia tudo. Por isso, trate cada faixa como ponto de partida para a sua pesquisa, e não como uma promessa fixa de gasto.

O que define o custo total da sua viagem?

Alguns fatores puxam o orçamento para cima ou para baixo de maneira mais forte que outros. Conhecer cada um ajuda você a decidir onde economizar sem abrir mão do que importa.

A temporada é o primeiro deles. Viajar em julho ou em dezembro, alta estação europeia, encarece passagem e hospedagem de forma sensível. Já a baixa temporada derruba os mesmos preços e ainda entrega cidades menos cheias.

O destino também muda a conta. Capitais como Paris, Londres e Amsterdã estão entre as mais caras do continente, enquanto Lisboa, Porto, Praga e cidades do Leste Europeu oferecem um custo de vida bem mais amigável ao bolso brasileiro.

O seu estilo de viagem fecha a lista. Hostel ou hotel, transporte público ou táxi, mercado ou restaurante: cada escolha repetida ao longo dos dias define se a viagem será econômica, confortável ou de alto padrão. É justamente essa soma de pequenas decisões que sustenta as faixas que você verá a seguir.

Quanto custa a passagem aérea para a Europa?

A passagem aérea é, na maioria dos roteiros, o item mais caro da viagem. Para um voo de ida e volta do Brasil rumo às principais capitais europeias, a faixa em classe econômica varia bastante conforme a época e a antecedência da compra.

Mulher jovem com mochila nas costas sorrindo para foto no corredor de uma aeronave

Em 2026, voos de ida e volta do Brasil para destinos como Paris, Lisboa ou Madri costumam variar entre R$ 3.200 e R$ 7.500 na classe econômica. O valor depende do mês escolhido, do aeroporto de saída e de quanto tempo antes você fecha a compra.

A diferença entre o piso e o teto dessa faixa não é pequena, e quase sempre tem a ver com o momento da compra. Por isso, vale entender como a temporada e a antecedência mexem no preço.

Alta temporada x baixa temporada

A sazonalidade pesa muito no preço do voo. O verão europeu, entre junho e agosto, e o período de festas de fim de ano formam a alta temporada, quando a procura sobe e as tarifas acompanham.

Em contrapartida, os meses de baixa temporada, como março, abril, outubro e novembro, costumam apresentar passagens mais em conta. Além do preço melhor, você encontra aeroportos e atrações menos lotados, o que torna a experiência mais tranquila.

Na prática, a diferença entre comprar para julho ou para outubro pode chegar a milhares de reais no mesmo trecho. Quando as datas da sua viagem têm alguma flexibilidade, essa janela é a primeira a observar.

Como economizar na passagem?

A antecedência é a sua maior aliada. Comprar a passagem com três a seis meses de folga costuma garantir tarifas melhores do que a compra de última hora, sobretudo nos períodos de maior procura.

A flexibilidade de datas vem logo depois. Sair em um meio de semana, em vez de sexta ou sábado, e aceitar conexões em vez de voos diretos pode reduzir bastante o valor final do trecho.

Igualmente útil é acompanhar o câmbio. Como a passagem internacional sofre influência da cotação do dólar e do euro, fechar a compra em um momento de moeda mais favorável ajuda a segurar o gasto total.

Quanto custa a hospedagem na Europa?

A hospedagem é o segundo maior item do orçamento e o que mais varia conforme a sua escolha de conforto. A diária pode ir de uma cama em quarto compartilhado a uma suíte em hotel central, e a diferença entre os extremos é enorme.

Em média, a diária por pessoa fica entre R$ 120 e R$ 200 em hostels, entre R$ 350 e R$ 700 em hotéis de padrão médio e acima de R$ 900 em hotéis mais sofisticados nas grandes capitais. Os apartamentos de aluguel por temporada costumam compensar para grupos e estadias longas.

Multiplicar a diária pelo número de noites mostra rapidamente por que esse item merece atenção. Dois fatores explicam quase toda a variação: o tipo de hospedagem e a cidade escolhida.

Tipos de hospedagem

O hostel é a opção mais econômica e a preferida de quem viaja sozinho ou com orçamento mais justo. Além do preço baixo, oferece cozinha compartilhada, o que ajuda a reduzir o gasto com alimentação.

Já o hotel de padrão médio entrega mais privacidade e serviços, como café da manhã incluso, a um valor intermediário. É a escolha comum de casais e de quem busca conforto sem extrapolar o orçamento.

Os apartamentos de temporada, por sua vez, fazem sentido para famílias e grupos. Dividir o valor de um apartamento entre quatro pessoas, com cozinha à disposição, costuma sair mais barato por cabeça do que reservar vários quartos de hotel.

Variação por cidade

A localização geográfica muda muito o preço da diária. Capitais como Paris, Londres e Amsterdã figuram entre as mais caras, com diárias de hotel que partem de patamares elevados mesmo em padrão médio.

Por outro lado, cidades de Portugal, da Europa Central e do Leste Europeu oferecem hospedagem por uma fração desse valor. Lisboa, Porto, Praga e Budapeste são exemplos de destinos onde o real rende muito mais na hora de pagar a estadia.

Uma estratégia comum é equilibrar o roteiro, combinando algumas noites em capitais mais caras com períodos em cidades de custo menor. Assim, você conhece os destinos clássicos sem deixar a hospedagem dominar todo o orçamento.

Quanto custa a alimentação na Europa?

A alimentação é um gasto diário que, somado ao longo da viagem, representa uma fatia relevante do orçamento. O valor depende muito de onde e como você decide comer a cada dia.

Parisienses e turistas comendo e bebendo no terraço do bistrô Le Bon Georges, Paris

Em média, alimentar-se na Europa custa entre R$ 90 e R$ 250 por pessoa ao dia, conforme a cidade e o estilo de consumo. Quem alterna refeições em restaurantes com compras de mercado mantém o gasto na parte de baixo dessa faixa.

A escolha entre comer fora ou preparar parte das refeições se torna o principal fator de variação. Vale conhecer as duas alternativas antes de definir o seu ritmo.

Refeição em restaurante x mercado

Uma refeição simples em restaurante popular costuma custar entre € 12 e € 20 (aproximadamente R$ 71 a R$ 118, ao câmbio de R$ 5,92 por euro divulgado pelo Banco Central Europeu em junho de 2026). Em casas mais sofisticadas ou regiões turísticas, o valor sobe com facilidade.

Por outro lado, a compra em mercado reduz bastante o custo. Pão, frios, frutas e bebidas comprados em supermercado permitem montar um café da manhã ou um almoço por uma fração do preço de um restaurante.

A estratégia de muitos viajantes é misturar as duas opções, reservando os restaurantes para experiências que valem a pena e resolvendo as demais refeições no mercado ou em padarias locais.

Média por dia

Para fins de orçamento, é seguro reservar uma média diária para alimentação e ajustá-la conforme o destino. Cidades do Norte da Europa, como as escandinavas, puxam essa média para cima, enquanto Portugal, Espanha e o Leste Europeu permitem comer bem gastando menos.

Segundo a base de custo de vida da Numbeo, que reúne preços enviados por usuários de cada cidade com metodologia pública, o valor de uma refeição varia de forma significativa entre capitais. Por isso, pesquisar a faixa específica do seu destino antes de viajar evita surpresas.

Quem se hospeda em lugar com cozinha disponível ganha margem extra para economizar, preparando ao menos uma refeição por dia no próprio alojamento.

Quanto custa o transporte na Europa?

O transporte se divide em dois universos diferentes: a locomoção dentro de cada cidade e o deslocamento entre países. Cada um tem a sua lógica de preço e merece uma linha separada no orçamento.

De modo geral, o transporte público urbano é eficiente e barato na maior parte da Europa, enquanto os deslocamentos entre cidades e países variam bastante conforme o meio escolhido. Planejar esse item com antecedência rende boa economia.

A Europa tem uma malha de transporte integrada e confiável, o que reduz a necessidade de táxis e aluguel de carro na maioria dos roteiros urbanos.

Transporte público nas cidades

Dentro das cidades, o transporte público resolve quase tudo. Segundo a base da Numbeo, uma passagem unitária custa cerca de € 2,50 em Paris, em torno de € 1,50 em Roma e Madri e perto de € 2,00 em Lisboa, valores que equivalem, respectivamente, a algo entre R$ 9 e R$ 15.

Além disso, a maioria das capitais oferece bilhetes diários ou semanais que valem a pena para quem usa metrô e ônibus várias vezes ao dia. Esses passes costumam sair mais em conta do que comprar bilhetes avulsos a cada trajeto.

Caminhar também é uma opção real na Europa. Muitos centros históricos são compactos e bem sinalizados, o que permite conhecer boa parte das atrações a pé, sem gasto algum com transporte.

Deslocamento entre países (trem, ônibus, voos)

Para ir de um país a outro, três meios disputam a preferência do viajante. O trem é confortável e cênico, com a malha europeia conectando as principais cidades em poucas horas. Os preços variam conforme a antecedência e a classe escolhida.

Já o ônibus rodoviário é a alternativa mais econômica para trechos médios, com tarifas que costumam ficar bem abaixo do trem quando reservadas com folga. É a escolha frequente de quem viaja com orçamento apertado.

Por fim, os voos de baixo custo conectam capitais distantes por valores às vezes surpreendentes, sobretudo quando comprados com antecedência. Para um trecho como Lisboa a Roma, comparar trem, ônibus e voo antes de fechar costuma revelar a opção mais vantajosa. Quem planeja explorar mais de um país pode se interessar pelo seguro viagem Itália, destino muito procurado em roteiros multipaíses.

Quanto custa o seguro viagem para a Europa?

Aqui chegamos ao item que mais gera dúvida e, ao mesmo tempo, ao menos compreendido de toda a viagem. O seguro viagem para a Europa não é opcional: ele é uma exigência formal para a entrada na maior parte do continente, e entender o porquê faz toda a diferença no seu planejamento.

O valor do seguro costuma representar entre 1% e 4% do custo total da viagem. Na prática, um plano intermediário para 15 dias na Europa fica entre R$ 180 e R$ 400 por pessoa, conforme a cobertura e o perfil do viajante. É um dos itens mais baratos do orçamento e o que mais protege o seu dinheiro em um imprevisto.

Justamente por isso, a nossa especialidade na Comparar Seguro de Viagem é este tema, e vale a pena dedicar atenção a duas perguntas centrais: por que o seguro é obrigatório e qual a cobertura mínima que você precisa contratar.

Por que o seguro é obrigatório no Espaço Schengen?

A exigência nasce de um acordo entre países europeus. Segundo as regras do Espaço Schengen, que reúne 29 países do continente, todo visitante precisa comprovar um seguro viagem para entrar na região, e essa é a única exigência obrigatória de cobertura para o turista brasileiro.

A lógica por trás da regra é proteger tanto o viajante quanto o sistema de saúde local. Caso você precise de atendimento médico durante a viagem, o seguro garante que as despesas sejam cobertas sem pesar sobre os serviços públicos europeus.

Vale acompanhar também o ETIAS, a autorização eletrônica de viagem para visitantes isentos de visto. O sistema ainda não é cobrado, e a taxa será de € 20 (cerca de R$ 118, ao câmbio de R$ 5,92 por euro) quando o ETIAS entrar em operação, prevista para o último trimestre de 2026, valor que deve ser somado ao orçamento de quem viaja a partir desse período. Para entender o acordo em detalhes, vale a leitura do nosso conteúdo sobre o Tratado de Schengen.

Cobertura mínima exigida e o que observar

A regra de Schengen estabelece um piso claro. A cobertura mínima de despesas médicas e hospitalares exigida é de € 30 mil (aproximadamente R$ 178 mil, ao câmbio de R$ 5,92 por euro), e nenhum plano abaixo desse valor é aceito para a entrada na região.

Esse piso, porém, é apenas o ponto de partida. Na hora de escolher, observe se o plano oferece cobertura para extravio de bagagem, atraso de voo, atendimento odontológico e assistência durante toda a estadia, sem letras miúdas que limitem o seu direito.

Uma vantagem importante é a cobertura direta: nos melhores planos, você não precisa adiantar o valor do atendimento médico do próprio bolso. O acionamento acontece junto à rede credenciada, o que evita um aperto financeiro no meio da viagem. Para comparar opções, conte com a nossa página de seguro viagem para a Europa e aprofunde a decisão com o nosso guia sobre o melhor seguro para o exterior.

Quanto custam os passeios e atrações na Europa?

Os passeios são o motivo da viagem, mas também um item que pode crescer sem controle se não entrar no orçamento desde o início. Ingressos de museus, tours, mirantes e atrações somam um valor diário que vale a pena prever.

Em média, reserve entre R$ 60 e R$ 200 por dia para passeios e atrações, conforme o destino e o seu ritmo. Quem alterna atrações pagas com programas gratuitos, como parques e centros históricos, mantém esse gasto sob controle.

Vista aérea do antigo Coliseu em Roma com paisagem urbana panorâmica

Dois caminhos ajudam a economizar nesse item ao longo da viagem: comprar os ingressos com antecedência, garantindo preço melhor, e avaliar os cartões turísticos das cidades, que reúnem várias atrações em um único valor.

Ingressos das principais atrações

As atrações mais famosas costumam ter ingressos que variam de poucos euros a valores mais altos para experiências completas. Torre Eiffel, Coliseu, Museu do Louvre e mirantes urbanos têm faixas de preço bem definidas e divulgadas nos sites oficiais.

Comprar com antecedência traz duas vantagens. Além de garantir a entrada em datas concorridas, a compra antecipada frequentemente sai mais barata do que o ingresso adquirido na hora, na bilheteria.

Programas gratuitos completam o roteiro sem custo. Muitas cidades oferecem entrada franca em museus em determinados dias do mês, e os centros históricos são, por si só, atrações a céu aberto.

Cartões turísticos e passes

Vários destinos vendem cartões turísticos que reúnem entrada em atrações e transporte público em um único valor. O Paris Pass, o Roma Pass e equivalentes em outras capitais são exemplos comuns.

Esses passes compensam quando você pretende visitar várias atrações pagas em poucos dias. Para quem faz um roteiro mais leve, com poucas visitas, comprar os ingressos avulsos pode sair mais em conta.

A recomendação é simples: liste as atrações que você realmente quer conhecer, some o valor avulso e compare com o preço do cartão. Esse cálculo rápido revela qual opção rende mais no seu caso.

Orçamento para compras na Europa

As compras são um item à parte, porque dependem inteiramente do seu desejo e não da necessidade da viagem. Ainda assim, vale reservar uma quantia específica para evitar que esse gasto invada o dinheiro destinado ao essencial.

Roupas, eletrônicos, lembranças e produtos típicos atraem o viajante brasileiro, e a Europa oferece variedade em todas as faixas de preço. Definir um teto antes de viajar ajuda a aproveitar sem comprometer o orçamento.

Uma dica prática é separar o dinheiro de compras do dinheiro de subsistência. Assim, você sabe exatamente quanto pode gastar em uma loja sem mexer no valor reservado para hospedagem, alimentação e transporte do restante da viagem.

Qual o custo médio por dia de viagem na Europa?

Depois de decompor cada item, chega o momento de juntar tudo em um único número: o custo médio por dia. Essa é a métrica mais útil para projetar o orçamento, porque basta multiplicá-la pelo número de dias da sua viagem.

O custo médio diário na Europa, sem contar a passagem aérea, costuma ficar entre R$ 350 e R$ 1.200 por pessoa, conforme o perfil de viagem. A tabela a seguir cruza hospedagem, alimentação, transporte e passeios para três perfis distintos.

Item (por dia)EconômicoConfortoAlto padrão
HospedagemR$ 120 a 200R$ 350 a 700acima de R$ 900
AlimentaçãoR$ 90 a 130R$ 150 a 200acima de R$ 250
TransporteR$ 15 a 40R$ 40 a 80R$ 100 ou mais
PasseiosR$ 60 a 100R$ 100 a 200acima de R$ 200
Total por diaR$ 285 a 470R$ 640 a 1.180acima de R$ 1.450

Os valores acima não incluem passagem aérea nem seguro, que são gastos únicos da viagem. Eles servem para você projetar quanto gastará no dia a dia, conforme o estilo que escolher. Para comparar com outros destinos fora do continente, vale conferir o nosso guia sobre o custo de viagem internacional. Veja a seguir o que caracteriza cada perfil.

Roteiro econômico

O perfil econômico se apoia em hostels, refeições de mercado e transporte público. É o viajante que prioriza a experiência sobre o conforto e aceita dividir quarto para esticar o orçamento por mais dias.

Nesse modelo, escolher destinos de custo de vida mais baixo, como Portugal e o Leste Europeu, multiplica o poder de compra. A mesma quantia rende muito mais dias de viagem em Praga do que em Paris.

Roteiro conforto

O perfil conforto equilibra preço e bem-estar. Hospeda-se em hotéis de padrão médio, alterna mercado e restaurante e usa transporte público sem abrir mão de um táxi ocasional. É o roteiro mais procurado por casais e pequenos grupos.

Esse equilíbrio permite conhecer capitais clássicas sem o aperto do perfil econômico, mantendo o gasto diário em uma faixa intermediária e previsível.

Roteiro alto padrão

O perfil alto padrão prioriza conforto e localização. Hotéis bem situados, restaurantes selecionados e transporte privativo definem esse estilo, com gasto diário que parte de patamares elevados.

É a escolha de quem busca uma viagem sem preocupação com a conta no fim do dia, concentrando o orçamento em experiências e conveniência.

Quanto custa uma viagem de 7, 15 ou 20 dias pela Europa?

A duração da viagem é o multiplicador final do orçamento. Aplicando o custo médio diário ao número de dias e somando passagem e seguro, chega-se a uma estimativa realista do gasto total.

Vale lembrar que viagens mais longas diluem o custo da passagem aérea, que é fixo, ao longo de mais dias. Por isso, o gasto por dia tende a parecer mais leve quanto maior for a estadia.

Balanço por duração

Para um roteiro de 7 dias em padrão confortável, considerando passagem, diárias, alimentação, transporte, passeios e seguro, o gasto costuma ficar entre R$ 12 mil e R$ 18 mil por pessoa, faixa próxima da observada em destinos como Paris.

Já em 15 dias, no mesmo padrão, o total tende a variar entre R$ 18 mil e R$ 30 mil por pessoa, uma vez que mais dias significam mais diárias, refeições e passeios, ainda que a passagem permaneça a mesma.

Por fim, um roteiro de 20 dias soma novos deslocamentos entre países e mais hospedagem, elevando o total proporcionalmente. Nesse caso, o equilíbrio entre cidades caras e baratas faz ainda mais diferença no resultado final.

Quantos euros levar para a Europa?

Definido o orçamento total, surge a pergunta prática: quanto levar em dinheiro vivo. A resposta combina uma reserva em espécie para gastos pequenos e o uso de cartão para a maior parte das despesas.

Uma referência comum é reservar entre € 50 e € 100 por dia para gastos correntes, como alimentação, transporte e pequenas compras. Esse valor cobre o dia a dia sem exigir grandes quantias em espécie.

Na prática, a maioria dos viajantes leva uma parte em euros para emergências e situações em que o cartão não é aceito, e usa o cartão internacional para o restante. Distribuir o dinheiro entre espécie, cartão pré-pago e cartão de crédito reduz o risco de ficar sem recurso em caso de perda ou bloqueio.

Acompanhar a cotação do euro antes de comprar a moeda também rende economia. Como o Banco Central Europeu publica a taxa de referência do euro, vale observar a tendência e fechar o câmbio em um momento mais favorável.

Como economizar na viagem para a Europa?

Reduzir o custo da viagem não significa abrir mão de qualidade, mas tomar decisões inteligentes em cada item. Três frentes concentram a maior parte da economia possível.

A combinação dessas estratégias pode representar uma diferença de milhares de reais no total da viagem, especialmente em roteiros mais longos. Veja como aplicar cada uma.

Baixa temporada

Viajar fora da alta estação é a economia mais óbvia e, ao mesmo tempo, a mais eficaz. Passagem e hospedagem caem de preço, e as atrações ficam menos lotadas, o que melhora a experiência.

Os meses de março, abril, outubro e novembro reúnem bom clima e preços baixos na maior parte da Europa. Para quem tem flexibilidade no calendário, essa janela é a primeira escolha.

Flexibilidade de datas

Mesmo dentro de um período, pequenos ajustes de data geram economia. Voar no meio da semana, evitar feriados e aceitar conexões reduz o valor da passagem de forma consistente.

A flexibilidade também se aplica à hospedagem. Reservar com antecedência e comparar plataformas garante diárias melhores do que a busca de última hora.

Compra antecipada de ingressos

Antecipar a compra de ingressos de atrações, passes de transporte e até refeições em casas concorridas evita o preço inflado da hora e garante a entrada nos lugares mais disputados.

A mesma lógica vale para o seguro viagem: contratar com antecedência costuma garantir condições melhores. Para organizar todos esses detalhes sem esquecer nada, vale seguir um checklist para viajar completo antes do embarque.

Perguntas frequentes sobre o custo de viagem para a Europa

Qual o gasto médio por dia em uma viagem para a Europa?

O custo médio diário, sem contar a passagem aérea, costuma ficar entre R$ 285 e R$ 470 no perfil econômico, entre R$ 640 e R$ 1.180 no perfil conforto e acima de R$ 1.450 no alto padrão, somando hospedagem, alimentação, transporte e passeios.

Quanto custa uma viagem de 15 dias para a Europa?

Em padrão confortável, uma viagem de 15 dias costuma ficar entre R$ 18 mil e R$ 30 mil por pessoa, já incluindo passagem, hospedagem, alimentação, transporte, passeios e seguro. O destino e a temporada movem bastante esse total.

O seguro viagem é obrigatório para a Europa?

Sim. O seguro viagem é exigido para a entrada nos 29 países do Espaço Schengen, com cobertura mínima de € 30 mil (cerca de R$ 178 mil) para despesas médicas. É a única exigência obrigatória de cobertura para o turista, e os melhores planos oferecem cobertura direta, sem necessidade de adiantar o valor do atendimento.

Quantos euros preciso levar para a Europa?

Uma referência prática é reservar entre € 50 e € 100 por dia para gastos correntes em dinheiro vivo, e usar o cartão internacional para a maior parte das despesas. Distribuir o dinheiro entre espécie e cartões reduz o risco de ficar sem recurso.

Qual é a parte mais cara de uma viagem para a Europa?

Na maioria dos roteiros, a passagem aérea e a hospedagem concentram a maior parte do orçamento. Juntas, costumam responder pela maior fatia do gasto total, o que explica por que a época da compra e a cidade escolhida têm tanto peso no resultado final.

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Planejar o custo de viagem para a Europa fica muito mais simples quando cada item está claro, e o seguro obrigatório é a parte em que a gente é especialista. Na Comparar Seguro de Viagem, você compara os melhores planos das principais seguradoras em um só lugar e contrata o que protege a sua viagem sem pesar no bolso.

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